Conhecendo Classe Undrafted 2019

Saudações torcedores e torcedoras do laranja e azul de Denver! No Draft de 2019, 254 jogadores encontraram novos times. Mas muitos outros não tiveram a oportunidade de ouvir seus nomes anunciados no Draft e assinaram como undrafted free agents (agentes livres não draftados). Com a proximidade dos training camps, vamos conhecer os novos membros do Denver Broncos que vão lutar pela chance de continuar o sonho da NFL usando laranja e azul.

Todos os anos, dezenas de jogadores não draftados recebem a oportunidade de mostrar seus talentos e lutar por uma vaga em um time da NFL. Já foram introduzidos ao Hall da Fama 15 jogadores não draftados.
Kurt Warner, Tony Romo, Malcolm Butler, Antonio Gates, Wes Welker, Jason Peters são alguns exemplos de jogadores que esperaram até o fim do Draft sem ouvir seus nomes e acabaram virando estrelas na liga.

Os Broncos tem um histórico, antigo e recente, de conseguir boas peças entre os não draftados. Rod Smith, Chris Harris Jr, CJ Anderson e, mais recentemente, Phillip Lindsay, são jogadores que os Broncos trouxeram para Denver, com contratos minúsculos e nenhuma garantia de futuro no esporte.

A recompensa foi o talvez maior WR da história do time, um dos melhores corners que os Broncos já tiveram, o RB titular na corrida para o Super Bowl e a jovem estrela que promete ser a fagulha do ataque pelos próximos anos. Talento é ignorado todos os anos na liga e a cada ano, é possível que potenciais contribuidores, titulares ou mesmo estrelas cheguem por essa via, gerando underdogs, que jogam com uma vontade de outro mundo.

Em 2019, os Broncos assinaram originalmente com 17 rookies não-draftados. Nos rookie minicamps, o time levou 20 não draftados para fazer testes e, após três dias de treinos, dois dos 17 originais foram cortados (OL Brian Wallace e DL Jaylen Johnson) e dois novos rookies foram contratados no lugar.

Com os training camps se aproximando, veremos notícias constantes de repórteres acompanhando os treinos em Denver, então agora é um bom momento para saber mais sobre esses jogadores.

Quem sabe não temos uma futura estrela nessa lista? Vamos conhecê-los!

Ataque

Brett Rypien – QB Boise State

Foto: College Football News

Brett Rypien foi uma das grandes surpresas da classe de não-draftados. Os analistas em geral o viam como uma boa peça para desenvolvimento, com muitos colocando-o como escolha de fim de segundo dia ou início de terceiro.

Eu mesma ficaria bastante satisfeita caso ele acabasse nos Broncos como uma escolha de quarta ou quinta rodada, na hipótese de não termos draftado um QB mais cedo. Mas Rypien acabou caindo e fechou com os Broncos como calouro não draftado.

Rypien assinou o contrato com o garantido mais lucrativo de um calouro não-draftado de 2019 e possivelmente um dos maiores da história dos Broncos. Apesar de o signing bonus de US$ 10 mil não ser o maior do time, os Broncos deram a ele garantias de US$ 146 mil no total.

O QB dos Boise State Broncos teve uma bela carreira no college. Ele foi starter por quatro anos, estreando com true freshman após Ryan Finley (selecionado na quarta rodada pelos Bengals) sofrer uma lesão. Rypien assumiu a titularidade e não largou mais.

Ao longo de quatro anos, Rypien lançou para 13.578 jardas, 90 TDs e 29 INTs, completando 64% dos passes. Sua temporada de senior foi a melhor estatisticamente: 3.705 jardas, 30 TDs e 7 INTs, completando 67,3% dos passes.

Eu queria um time que fosse investir no meu desenvolvimento. Eu sabia que a coaching staff acreditava em mim e achava que eu era um jogador draftável. Eu tive uma relação muito boa com o coach (Rich) Scangarello através do processo pré-draft, então eu acho que essa era provavelmente a maior parte pra mim. Eu queria ir para um lugar onde eu sabia que eu teria uma chance de desenvolver e ser alguém eventualmente.

Brett Rypien, em entrevista ao The Athletic

Brett Rypien deve batalhar com Kevin Hogan por um espaço no roster.

Devontae Jackson – RB West Georgia

Foto: Broncos Wire

Devontae Jackson foi o único running back que os Broncos adicionaram ao time esse ano. Jackson liderou West Georgia em jardas terrestres em 2018, com 215 carregadas para 1385 jardas e 12 touchdowns em 12 jogos.

Ele teve mais de mil jardas em três de suas quatro temporadas no college e é um back explosivo, que faz defensores perderem tackles quando tem espaço.

Em seu Pro Day, Jackson fez um salto vertical de 40″ (101,6 cm), que empataria com o melhor salto de um RB no Combine. A decepção ficou por conta de seu tiro de 40 jardas de 4.58 segundos, que não condizem com sua explosão mostrada na carreira do college. Ele fez 21 repetições no bench press, números impressionantes pro seu tamanho.

Jackson é um running back pequeno, um pouco menor que Phillip Lindsay, que deve procurar seu espaço nos Broncos do mesmo jeito que Lindsay encontrou a princípio: contribuindo nos special teams. A vaga de retornador do time está totalmente aberta e um jogador explosivo como Jackson pode encontrar seu espaço nesse caminho.

George Aston – FB Pittsburgh

Foto: Pitt

Fullback é uma posição cada vez menos explorada no futebol americano, sendo que muitos times nem carregam um no roster. Os Broncos usam Andy Janovich, que entra agora em seu ano de contrato. O novo sistema ofensivo tem muito espaço para fullbacks, com os 49ers sendo o time que mais usou seu FB em 2018. E agora, adicionam George Aston para tornar as coisas interessantes nos camps para uma posição quase sem destaque.

Aston foi usado primariamente como um bloqueador no college. Ele teve apenas 28 tentativas de corrida em toda sua carreira, transformando 6 dessas em TDs. No jogo aéreo ele recebeu 45 passes na carreira.

Apesar de não acreditar que Aston vá ameaçar a vaga de Jano no time, ele pode ser uma peça interessante para ter no practice squad e avaliar, visto que Janovich está em ano de contrato.

Trinity Benson – WR East Central

Foto: Hudl

Trinity Benson é um dos fortes candidatos a buscar uma vaga no time como retornador. Com a vaga totalmente aberta, Benson tem currículo para impressionar Tom McMahon.

Vindo de uma univrersidade pequena, Trinity Benson tem o melhor dos dois mundo para um WR. Ele tem 1,83 m de altura (6’0), mas também tem o atleticismo (4,44 segundos no tiro de 40 jardas, 40,5′ no salto vertical). Benson jogou no college como WR, RB e retornador, recebendo 128 passes para 1.620 jardas e 11 TDs na carreira, além de 45 tentativas de corrida para 321 jardas e 3 TDs.

Benson tem alguma experiência em retornos, tendo média de 18 jardas por retorno de kickoff no college. As estatísticas dele são meio difíceis de encontrar já que ele vem de uma universidade muito pequena, mas há registros de Benson retornando punts, inclusive um para touchdown em 2015.

Com um grupo de WRs jovem e com muito potencial, as chances de Benson não são das maiores, mas ele tem uma chance como retornador, podendo contribuir imediatamente nos special teams caso se destaque.

Kelvin McKnight – WR Samford

Foto: Samford

Mais um jogador de universidade pequena a entrar na brigar para retornador é o WR Kelvin McKnight. O maior problema que McKnight tem que enfrentar para conseguir se destacar é sua altura em torno de 1,73 m (mesma de Lindsay).

Se não fosse sua baixa estatura, McKnight poderia estar em uma situação bem diferente na carreira. Ele tem rotas precisas e consegue fazer cortes precisos nas rotas e já com a bola nas mãos, fazendo defensores perderem tackles. Sua produção no college é enorme e, apesar de a competição que ele enfrentou em geral não ser das melhores, ele tem um jogo.

No dia 8 de setembro, Samford enfrentou Florida State e McKnight simplesmente brilhou. Foram 14 recepções para 215 jardas e 2 TDs no jogo. Apesar de Samford ter perdido o jogo (o QB lançou 4 INTs), ele chamou atenção pelo desempenho contra um time da Division I.

Em quatro anos de carreira (44 jogos), McKnight tem 4121 jardas, 32 TDs e média de 13,2 jardas por recepção. Ele também foi retornador, principalmente de punts, tendo retornado 74 punts para 643 jardas e 1 TD.

McKnight é mais um jogador que terá dificuldades para fazer o roster devido ao grupo de WRs ter muitos nomes praticamente certos de fazer o time. Mas nada disso importará se ele se destacar nos camps e na preseason e mostrar que pode ser um retornador eficiente e seguro, além de uma possível arma para o ataque como um WR rápido capaz de esticar o campo.

Romell Guerrier – WR Florida Tech

Foto: Broncos Wire

Guerrier foi o principal WR de Florida Tech, universidade da Division II na última temporada. Ele teve 59 recepções para 1062 jardas e 13 TDs em 12 jogos em 2018.

Esses números fizeram ele bater o recorde do programa em TDs recebidos em uma temporada (13), ficar em segundo na história do programa em jardas recebidas em uma temporada (1062) e terceiro em recepções em uma temporada (59).

Em sua conferência, Guerrier terminou a temporada em primeiro em recepções (59), recepções por jogo (4,9), jardas recebidas (1062), jardas recebidas por jogo (88,5) e touchdowns recebidos (13), além de ficar como oitavo na liga em jardas por recepção (18,0).

Austin Fort – TE Wyoming

Foto: Casper Star Tribune

Após draftar Noah Fant na primeira rodada, renovar com Jeff Heuerman e ainda ter Butt e Fumagalli em contratos de calouros, os Broncos adicionaram mais competição à posição de tight end, com a adição de Austin Fort, vindo da Universidade de Wyoming.

Fort é o típico jogador que é apenas potencial. Chegando a Wyoming como QB, ele mudou de posição para TE e teve sua carreira limitada por lesões, jogando apenas 10 jogos. Ele tem os modestos números de 17 recepções para 221 jardas e 4 TDs.

Por que os Broncos foram atrás de um jogador que mostrou tão pouco? Ele teve um Pro Day que o colocaria no top 3 entre TEs no Combine, correndo as 40 jardas em 4,56 segundos, 6.80 no 3-cone drill e 4.25 segundos no 20-yard shuttle. Ele também tem o físico ideal para a posição, tendo 1,93 m (6’4) de altura e pesando 110 kg (244 libras).

Fort era o típico prospecto que não tinha expectativa de ser draftado visto que seu tape é quase inexistente. Mas o aspecto físico deu a ele um espaço para tentar mostrar que pode ser uma opção viável para practice squad e ser desenvolvido em uma peça útil para o time no futuro.

John Leglue – OL Tulane

Foto: Tulane

John Leglue tem algo que os Broncos parecem valorizar cada vez mais: versatilidade. Ele jogou em quatro das cinco posições da linha durante sua carreira na Universidade de Tulane.

Ele jogou em 49 jogos no College, 38 como titular – 15 como right tackle, 13 como right guard, 9 como center e 1 como left tackle. Tal versatilidade é muito importante para um jogador que está começando de baixo, já que os times buscam reservas de linha ofensiva que têm habilidade de ocupar múltiplas posições.

Leglue foi parte de uma linha que possibilitou um ataque terrestre que foi quarto na AAC em 2016 e 2017. Em 2018, seu ano de senior, Leglue fez parte do time que levou Tulane a um Bowl Game, o que não acontecia desde 2013.

Além da versatilidade e experiência, Leglue tem reputação de ser muito inteligente e de trabalhar duro. No entanto, ele nunca enfrentou competição de alto nível jogando em Tulane e é um prospecto mais velho (23 anos). Conquistar um espaço no practice squad e se tornar um projeto de Mike Munchak pode ser uma grande conquista para Leglue.

Ryan Crozier – OL UConn

Foto: New Haven Register

Ryan Crozier é um center, e isso pode ajudá-lo a conseguir um espaço nos Broncos. Connor McGovern está em ano de contrato e é mais natural como guard do que como center.

Ele atuou em 30 jogos consecutivos como titular – 27 como center e 3 como left guard pelos Huskies, ajudando tanto o RB quanto o QB de seu time a alcançarem a marca de 1000 jardas corridas.

Apesar de ter muita experiência no College, Crozier perdeu duas temporadas com lesões graves no joelho, o que certamente é algo que piorou sua situação, contribuindo com seu status de undrafted.

Crozier é um prospecto mais velho (24 anos), que teve dois head coaches, cinco coordenadores ofensivos e quatro técnicos de linha ofensiva em seu período em UConn. Ele tem grande mobilidade e fazia as chamadas da linha no College, além de ser um fit no esquema de Mike Munchak.

Crozier ainda precisa de tempo, principalmente para ganhar peso e força. Esse ano, as chances de Crozier conseguir um spot no roster 53 não são as melhores, mas ele tem os elementos de um prospecto intrigante, que pode ser desenvolvido no practice squad.

Quinn Bailey – OL Arizona State

Foto: 247Sports

Se o interior da linha dos Broncos está cheio de jogadores disputando poucas posições, nas pontas a história é outra. O depth de tackles está longe do ideal depois da saída de Billy Turner.

Bailey, então, entra na batalha de swing tackle reserva, carregando bastante experiência no College. Ele apareceu em 43 jogos com 34 starts em cinco anos com os Sun Devils.

O produto de Arizona State é um dos que mais tem chances de alcançar um espaço no roster nessa lista, mas terá que impressionar Mike Munchak nos training camps e na preseason para garantir tal vaga.

Nathan Jacobson – OL UNLV

Foto: Las Vegas Review-Journal

Nathan Jacobson teve que batalhar um pouco mais que os demais jogadores dessa lista para estar aqui. Ele não assinou com um time logo após o Draft e teve que impressionar no tryout durante os rookie mini camps para ser contratado.

Jacobson jogou em 43 partidas por UNLV, 38 como starter de right tackle. Ele participou da linha que ajudou UNLV a rankear como o 16º ataque terrestre de todo o college football com 241,5 jardas terrestres por jogo.

Assim como Bailey, Jacobson terá que impressionar nos camps para garantir um espaço no roster, mas a chance existe. Para Jacobson, a vantagem é que ele já impressionou o suficiente para o time decidir cortar outro jogador para dar uma vaga para ele. Mas entre uma vaga entre os 90 e entre os 53, o nível é totalmente diferente.

Defesa

Alijah Holder – CB Stanford

Foto: 247Sports

Os Broncos fizeram grandes mudanças na secundária essa offseason. Bradley Roby e Darian Stewart encontraram novas casas enquanto Denver adicionou Kareem Jackson, Bryce Callahan e De’Vante Bausby – destaque da AAF – e aumentou o salário de Chris Harris Jr, garantindo que ele jogue em 2019.

Mas a secundária não viu mais ninguém chegar via Draft e entre os undrafted free agents, Alijah Holder foi a única adição no setor. O que eleva as chances do produto de Stanford é que Kareem Jackson, que primeiro se acreditava que jogaria mais de corner, tem treinado mais como safety. Se Jackson for a arma flexível de Vic Fangio como tudo aparenta que será, é possível que Holder consiga um espaço.

Holder é um dos preferidos para segurar (trocadilho feito totalmente de propósito) porque o dinheiro fala, e ele teve o maior signing bonus entre todos nessa lista e maior do que nomes como Phillip Lindsay e Jeff Holland.

Holder não tem o atleticismo necessário para ser integrado a uma defesa baseada em man coverage, mas num sistema como o de Vic Fangio, ele tem algumas qualidades muito importantes: ele é um bom tackleador, físico, tem tamanho, força e habilidade de blitz.

Malik Reed – LB Nevada

Foto: Nevada Sports Net

Em três anos em Nevada, Malik Reed produziu 22 sacks, 35 tackles for loss e 11 fumbles forçados. Os Broncos aparentemente tiveram que brigar por Reed, já que saíram reports conflitantes sobre para onde ele iria entre Broncos e Jets.

Ele é mais um jogador que recebeu um bônus alto para ir para Denver. Malik Reed não tem o tamanho ideal, mas sua produção no college aliada à pouca profundidade da posição após a saída de Shaq Barrett e Shane Ray, fazem com que ele tenha grandes chances de conseguir um espaço no roster.

Se ele se provar dropando para cobertura e se contribuir nos special teams, suas chances aumentam, mas Reed está longe de ter seu espaço assegurado no roster, principalmente após a trade por Dekoda Watson e da chegada de Justin Hollins via Draft. Mais uma boa história para acompanharmos nos training camps.

Ahmad Gooden – LB Samford

Foto: NFL Draft Diamonds

O segundo jogador de Samford nessa lista – o outro é o WR Kelvin McKnight – é o OLB Ahmad Gooden. Como disse acima, o depth na posição de outside linebacker não é dos maiores.

Gooden teve uma carreira produtiva, totalizando 274 tackles, 53 tackles for loss, 23 sacks e 40 QB hits em quatro anos no college. Em sua última temporada, foram 50 tackles, 15 tackles for loss, 5,5 sacks e 12 QB hits.

Gooden é mais um prospecto que precisa de tempo para melhorar fisicamente, não tendo os elementos físicos, a explosão e a velocidade necessários para brilhar no próximo nível, tendo se destacado em uma universidade menor, enfrentando competição mais fraca. Ele deve batalhar por um espaço no practice squad, mas a falta de atleticismo pode tornar essa busca bastante difícil.

Joe Dineen – LB Kansas

Foto: KU Athletics

A posição de inside linebacker não teve adições como esperado durante o processo pré-Draft dos Broncos. Ela não mudou muito, já que os Broncos não trouxeram nenhum linebacker via free agency ou via Draft, deixando apenas para trazer jogadores não draftados da posição.

Vic Fangio é conhecido por ter linebackers de elite em seus times e os Broncos seguem com Todd Davis e Josey Jewell como titulares sem muita contestação. O curioso é que ambos são mais fortes contra o jogo corrido do que em cobertura e Dineen parece uma cópia deles.

Dineen recebeu inúmeras premiações em sua carreira no college. Ele jogou em 50 partidas, 36 como starter, totalizando 382 tackles (278 solo), 8,5 sacks, uma interceptação, sete passes desviados e dois fumbles recuperados em sua carreira. Como senior, foram 142 tackles (108 solo), três sacks, uma interceptação, três passes desviados e dois fumbles recuperados.

Apesar de toda essa produção, Dineen tem a desvantagem de ser melhor contra o jogo corrido do que o aéreo como disse acima, o que faz com que seu jogo não seja complementar ao dos jogadores que já estão no elenco.

Joe Dineen tem a minha torcida por um espaço no roster. E isso é menos pelo que eu vi em seu tape e mais por algo que seria muito legal de se ter: “The Mayor” (O Prefeito – apelido de Dineen), jogando lado a lado com “The Outlaw” (O Fora da Lei – apelido do LB Josey Jewell).

Josh Watson – LB Colorado State

Foto: CSU Rams

Vindo de Colorado State, Josh Watson é mais um jogador que os Broncos podiam estar de olho há algum tempo. Os times tem uma vantagem em relação aos prospectos vindos de universidades locais, podendo fazer tryouts que não contam nas visitas top 30 do processo pré-Draft.

Watson jogou em 51 partidas, 35 como starter, totalizando 367 tackles (180 solo), 5,5 sacks, duas interceptações, 14 passes desviados, um fumble forçado e três fumbles recuperados.

Apesar de toda a produção e de ter sido um dos melhores jogadores dos CSU Rams, Watson terá uma grande batalha nos camps para ser notado. Diferente de Dineen, ele é um prospecto menos conhecido e terá que brilhar em campo para receber uma oportunidade.

Deyon Sizer – DL CSU Pueblo

Foto: CSU Pueblo Athletics

Assim como o OL Nathan Jacobson, Sizer chegou a Denver para um tryout nos rookie minicamps e impressionou o bastante para receber um contrato.

Mais um jogador de uma universidade local, Sizer vem de um dos melhores programas da segunda divisão do futebol americano universitário. Ele jogou em 41 partidas, totalizando 138 tackles, 20,5 tackles for loss, 10 sacks e um fumble recuperado, além de bloquear dois chutes nos special teams.

A competição na posição é enorme, com Derek Wolfe, Adam Gotsis, Shelby Harris, Zach Kerr e o rookie Dre’Mont Jones, além de DeMarcus Walker, Billy Winn, DeShawn Williams e Mike Purcell competindo por um espaço no roster.

Apesar de não ser tarefa fácil, Sizer, assim como todos da lista acima, tem algo a seu favor: eles tem training camps e preseason para provar que merecem estar em um roster de NFL.

E vocês torcedores e torcedoras? Em quem vocês apostariam para impressionar e garantir um espaço no roster?