Prospectos do Draft – Linha Defensiva e Linebackers

Saudações, leitores e torcedores de sangue laranja. Continuando nossa série dos prospectos deste ano, vamos falar sobre os excelentes jogadores do front seven, com ênfase nos prováveis nomes de primeiro round.

A ordem dos prospectos está determinada pela atual colocação de cada um no meu board pessoal. As notas não serão incluídas porque, a essa altura, não passam de simples parciais e, até o dia 18 de Abril, estarão sujeitas a alterações.

Quinnen Williams, Defensive Tackle, Alabama – 192 cm, 137 kg.

Marvin Gentry-USA TODAY Sports

Simplesmente o melhor prospecto da classe. Sendo comparado a Aaron Donald, o DL de Alabama possui todos os atributos necessários para se tornar um All-Pro na NFL.

Perfeito para atuar no 3-tech, Williams é similar à maioria dos defensive tackles produzidos por Nick Saban. Porém, sua agilidade e força são descomunais, tornando-o o prospecto defensivo mais completo e dominante a sair da Universidade de Alabama neste século.

O detalhe mais intrigante sobre o jogador é sua falta experiência. Como ele conseguiu desenvolver tanto suas habilidades em apenas um ano como titular absoluto? Isso me faz acreditar que Williams ainda tem espaço para evoluir durante alguns anos e pode definir um novo padrão de qualidade para a posição.

Assim como Bosa, Quinnen Williams ouvirá seu nome ser chamado rapidamente no dia 25 de Abril e será o pilar defensivo da franquia que o escolher. Provavelmente, esta franquia não será o Denver Broncos, pois o trade up ainda é um fator determinante nesta situação.

Nick Bosa, Defensive End, Ohio State – 195 cm, 120 kg.

Joe Maiorana-USA TODAY Sports

Número 2 no meu Board, Nick Bosa é o pass rusher mais completo a sair do college desde Myles Garrett em 2017.

Com ótima técnica, processamento mental, força física e nível atlético, Nick também possui um vasto repertório de ferramentas no pass rush, algo raríssimo atualmente.

O prospecto de Ohio State não registrou números extravagantes durante sua carreira com os Buckeyes. Foram 17.5 sacks e 29 tackles for loss em 29 partidas disputadas, mas em 2018, uma grave lesão no abdômen o tirou da temporada depois de apenas três jogos, o que prejudicou muito seus stats finais. Após passar por cirurgia para corrigir o músculo afetado, Nick decidiu focar na preparação para o draft, algo que deixou alguns especialistas com as orelhas em pé. Na opinião deles, a decisão tomada por Bosa trouxe à tona sua personalidade egoísta, já que Ohio State almejava uma vaga nos playoffs, e Bosa era a peça mais importante da equipe. Alguns dos nomes mais importantes do college football, como Tim Tebow e Vince Young, também criticaram a atitude de Bosa. Na visão deles, o pass rusher havia abandonado seus companheiros de equipe para ganhar um check maior na NFL.

Confesso que também fiquei surpreso com a atitude do jogador. Ohio State tinha grandes chances de alcançar os playoffs e, quem sabe, o nono título da história do programa. Nick seguiria os passos do irmão, Joey, campeão nacional em 2014 e escolhido no top 3 do draft. Mas, aparentemente, pessoas próximas ao jogador viram a lesão como um risco sério para sua carreira, e o aconselharam a pensar no futuro a longo prazo.

Nick Bosa pode ser o primeiro jogador não chamado Kyler Murray a ser draftado no dia 25 de Abril. A possibilidade dos Broncos escolherem o jogador é praticamente nula com as presenças de Von Miller e Bradley Chubb no roster, sem falar no fator trade up, que seria necessário por parte do nosso front office.

Ed Oliver, Defensive Tackle, Houston – 188 cm, 130 kg.

Scott Halleran/Getty Images

Como podemos perceber até aqui, a classe está repleta de ótimos prospectos na linha defensiva. Outro grande nome nesse setor é Ed Oliver, que esteve no topo dos boards durante todo processo pré-draft e pode ser considerado um steal na décima escolha geral.

Assim como Aaron Donald em 2014, Oliver não agrada a todos nos assuntos peso e altura. Alguns scouts dizem que ele pode ter dificuldades na run defense quando chegar nos profissionais e que seu potencial máximo como pass rusher não será alcançado. Mas penso diferente, estudei os tapes das partidas contra Arizona, Texas Tech, Rice, Memphis e Army, e não me recordo de ter visto um único snap em que Oliver foi manipulado no jogo corrido ou comprometeu sua equipe nas terceiras descidas longas. Na verdade, bloqueios duplos e triplos foram usados inúmeras vezes contra esse jogador, algo que beneficiou muito o front seven dos Cougars.

Oliver tem um conhecimento avançado de leverage e movimentações em espaço curto. Sua inteligência e força física provam que ele se empenha tanto nos treinos práticos quanto nos teóricos, algo que pode ajudá-lo bastante na transição para a NFL.

Dois motivos me fazem crer que John Elway pode (e deve) escolher o defensive tackle de Houston. O primeiro, e também o mais óbvio, é o talento de Ed Oliver, já que ele seria uma peça fundamental na nossa rotação e manteria o nível de qualidade do setor caso algum dos veteranos se machuque durante a temporada. Sua dominância na run defense e colaboração no pass rush traria de volta algo que perdemos após o Super Bowl 50: a capacidade de vencer jogos na linha de scrimmage.

Também precisamos levar em consideração que, em 2020, os contratos de Derek Wolfe, Shelby Harris e Adam Gotsis chegam ao fim. Será praticamente impossível manter os três jogadores devido aos valores inflados do mercado atual, e não podemos nos dar ao luxo de perder três starters de uma só vez. Ed Oliver seria uma espécie de “seguro” caso isso aconteça. Com a presença dele no locker room, John Elway poderá manter a calma e esperar o mercado se estabilizar antes de negociar valores de contrato.

Rashan Gary, Defensive End, Michigan – 195 cm, 125 kg

Rick Osentoski-USA TODAY Sports

Gary iniciou sua carreira no college como o recruta #1 saindo do high school em 2016. Nos 34 jogos com os Michigan Wolverines, um dos programa mais tradicionais da NCAA, ele contribuiu com 119 tackles, 23 tackles for loss e 9.5 sacks. É óbvio que sua produção como pass rusher não respondeu às expectativas, mas isso não deve ser um empecilho.

O prospecto de Michigan é um dos meus preferidos neste processo pré-draft. Quando avalio um defensive end, além da parte técnica, também valorizo muito a explosão e versatilidade. No Combine, Gary registrou 4.58s nas 40 jardas, 1.63s nas 10 jardas, 7.26s no three cone drill e 26 repetições no supino, números que comprovam a explosão absurda do jogador que pesa 125kg.

Durante seus três anos em Ann Arbor, casa dos Wolverines, Gary foi utilizado de diversas maneiras pelo head coach Jim Harbaugh, entre elas estão a 3-tech, onde ele se posiciona entre o guard e o tackle. A 5-tech na defesa 3-4, onde se posiciona em frente ao tackle e é responsável por ambos os gaps à sua frente. E também na 7-tech, algo parecido com Khalil Mack, o famoso OLB 3-4.

Um ponto que não favorece o jogador é sua dificuldade em fazer o “arco” por fora do offensive tackle. Isto é, quando estava no 7-tech, ele encontrava muitas dificuldades para contornar o bloqueador. Na NFL atual, um 7-tech é obrigado a fazer isso com maestria, por isso usei o exemplo de Mack, mas não vejo Gary alcançando tal nível de qualidade nessa função. A grande maioria de seus sacks e tackles for loss acontecem quando ele está no miolo da DL, sua explosão e força física são fatores importantes em seu jogo, e seriam melhor utilizados no 3 e 5-tech, o que faz dele um prospecto muito interessante para o Denver Broncos.

Com a versatilidade necessária para atuar em qualquer posição da DL, Gary seria uma peça importante da nossa rotação e, provavelmente, ficaria em campo nos três downs, mudando de gap sempre que necessário e mantendo os outros jogadores com as pernas frescas durante a partida.

Alguns scouts dizem que John Elway cometeria outro reach se escolhesse Rashan Gary na décima pick. Devido a movimentação das últimas semanas, acredito que algum outro GM irá cometer este reach antes que John Elway tenha a chance, mas caso o defensive end de Michigan chegue até a décima pick, sem sombra de dúvidas será um dos primeiros nomes no board da equipe do Colorado.

Brian Burns – Defensive End, Florida State – 198 cm, 112 kg

Melina Myers-USA TODAY Sports

Como um ex-recruta cinco estrelas, Burns registrou 23 sacks, 38.5 tackles for loss e 7 forced fumbles em 33 partidas no college. Sua agilidade e curvatura no pass rush são impressionantes, tornando-o um prospecto muito interessante.

Assistindo aos tapes de Burns, notei diversos atributos que, para mim, são importantíssimos em um pass rusher de alto nível. O principal deles é a capacidade de se adaptar às diferentes situações de jogo. Como dito antes, sua agilidade no edge é fora do comum, mas nas raras jogadas que o offensive tackle consegue acompanhá-lo no limite da linha, Burns efetua uma rápida leitura da situação e aplica a técnica preferida do Hall of Famer Reggie White, em que o braço interno é usado para forçar o contrapé do OT, o deslocando facilmente para fora e deixando o caminho livre pelo meio. Esse não é o único move no repertório de Brian Burns, mas gosto de usá-lo como exemplo, pois mostra que o jogador procura estudar técnicas eficazes utilizadas por grandes nomes da posição. Também me recordo de alguns snaps em que ele usa o famoso spin move de Dwight Freeney, um dos movimentos preferidos de Von Miller.

Durante a temporada regular, o peso de Burns variou entre 225 e 235 pounds, algo em torno de 102 e 106 quilos, o que é considerado abaixo da média para a posição entre os profissionais. Mas o jogador de Florida State fez um trabalho de fortalecimento na off season e se apresentou no combine pesando 249 pounds, cerca de 112 quilos. Esses quilos a mais são indispensáveis aos olhos dos GMs, que não se sentem confortáveis em escolher um jogador esguio demais para atuar nas trincheiras. Mesmo estando um pouco mais pesado que de costume, Burns teve ótimos resultados nos testes do combine e, na minha opinião, se consolidou como uma escolha top 10.

Josh Allen, Linebacker, Kentucky – 198 cm, 118 kg

Bryan Woolston / The Associated Press

Me recordo de ter estudado Josh Allen no processo pré-draft do ano passado. Na época, sua nota era de segundo round. O prospecto decidiu voltar para seu senior year em Kentucky, e esse ano a mais de desenvolvimento foi extremamente positivo para o jogador.

Registrando 17 sacks, 21 tackles for loss e 5 forced fumbles em 2018, o linebacker recebeu os prêmio Chuck Bednarik e Bronco Nagurski, ambos dados ao melhor defensor do college football. Como se isso não bastasse, Allen foi o destaque da campanha histórica da Universidade do Kentucky, que terminou a temporada entre as 15 melhores da nação, algo que não acontecia desde 2007.

No pass rush, Allen é quase um produto finalizado, só precisa de algumas melhorias nos counter moves e transformar sua velocidade em força no bull rush. O prospecto também tem capacidade de recuar na cobertura, desviar passes e executar tackles em campo aberto. No jogo corrido, o cenário é um pouco diferente, ele insiste em manter os olhos no backfield enquanto encara bloqueios, isso prejudica seu pad level e o torna uma presa fácil para tackles mais experientes. Este aspecto precisa ser corrigido rapidamente para facilitar sua transição na NFL.

O outside linebacker se encaixaria perfeitamente no nosso sistema devido à sua versatilidade e velocidade, mas seria apenas um coadjuvante no grupo dominado por Miller e Chubb. Por isso, não vejo John Elway selecionando o prospecto de Kentucky que, de qualquer forma, deve ser escolhido bem antes da décima pick.

Christian Wilkins, Defensive Tackle, Clemson – 192 cm, 142 kg

Kelley L Cox-USA TODAY Sports

O grande pilar defensivo dos Clemson Tigers nos últimos três anos, Wilkins é um dos DLs mais condecorados do college football, com dois títulos nacionais e inúmeros prêmios individuais.

Não existem grandes deficiências na parte técnica de Christian Wilkins. As ressalvas mais recorrentes são seu pad level, que pode ficar um pouco mais alto que o ideal algumas vezes, e a falta de alcance de seus braços, que incomoda alguns scouts.

Na habilidade atlética, o DL de Clemson é muito acima da média. Durante a temporada, Dabo Swinney, head coach de Clemson, utilizou o jogador até como full back em jogadas de corrida na linha de uma jarda.

A grande qualidade de Wilkins é sua movimentação lateral, ou seja, seu trabalho de pés. Os ataques estão ficando cada vez mais criativos (e protegidos pelas regras), a defesa precisa se adaptar às novas tendências e a melhor maneira de fazer isso é com muita movimentação na linha de scrimmage. Por isso, Wilkins está sendo visto com bons olhos durante o processo pré-draft e pode ser considerado como o protótipo ideal de um defensive tackle moderno.

Assim como Ed Oliver e Rashan Gary, Christian Wilkins seria uma escolha inteligente que pouparia John Elway de muita dor de cabeça ano que vem, mas o prospecto de Clemson pode não ser unanimidade dentro do top 10. Seu valor seria mais coerente entre as picks 15 e 20.

Mack Wilson, Linebacker, Alabama – 185 cm, 108 kg

Aaron Suttles/Getty Images

Defensivamente falando, uma das maiores influências para a NFL atual é o esquema aplicado por Tony Dungy em sua passagem pelo Tampa Bay Buccaneers, conhecido como Tampa 2. Nesse esquema, os linebackers tinham grandes responsabilidades na run defense e também possuíam a fluidez e inteligência necessárias para contribuir na cobertura em jogadas de passe. Desde então, a grande maioria dos esquemas defensivos dependem de linebackers com tais características, alguns exemplos na liga são Deion Jones, Telvin Smith, Myles Jack e Bobby Wagner. Tenho razões para crer que Mack Wilson pode entrar para este grupo seleto rapidamente.

Sua velocidade, processamento mental, força física e ball skills podem ser a melhor combinação entre todos os prospectos desta classe. Correndo de sideline a sideline, usando uma técnica eficaz nos tackles e entendendo conceitos de cobertura, Wilson será starter imediato na NFL e um dos favoritos para o prêmio de rookie defensivo do ano.

A chance de John Elway selecionar o linebacker de Alabama na décima escolha geral é pequena, pois a posição de ILB não é considerada premium e Elway não se sente confortável em investir tanto em tais posições. Por isso mantém jogadores baratos no setor, como Todd Davis, e completa o grupo com escolhas de late round, como Josey Jewell. Mas espero que Vic Fangio coloque juízo na cabeça do nosso GM e mostre para ele o quão importante é este setor na atual configuração defensiva da NFL.

Devin White, Linebacker, LSU – 182 cm, 107 kg

Matthew Emmons-USA TODAY Sports

Devin White é uma das escolhas mais populares para os Broncos na pick 10. E não é para menos, visto que o produto de LSU saiu da reserva em 2017 para se tornar um dos melhores linebackers do college. Em seus três anos na universidade, White anotou nada menos que 286 tackles, sendo 114 solo e 28,5 para perda de jardas. Também teve 9 passes defendidos, 1 interceptação e 3 fumbles recuperados.

White é dono de um atleticismo de alto nível, com uma bela combinação de força e velocidade. No Combine, correu as 40 jardas em 4,42 segundos, fez 22 repetições no supino e alcançou mais de 1 m no salto vertical. Ataca agressivamente o backfield para tacklear os running backs atrás da linha scrimmage e tem agilidade e velocidade descomunais para sair em perseguição aos adversários. Não foge do embate e é um tackleador voraz, uma máquina no segundo nível da defesa. Também atua muito bem em situações de cobertura ao passe, marcando muito bem backs e tight ends. Essas características fazem de Devin White um ILB de três descidas, com potencial para ter impacto imediato na liga. Também é conhecido como um excelente aprendiz e jogador faminto por conhecimento sobre o jogo, além de ser um líder e ter ótimo caráter.

Entretanto, não é livre de defeitos e apresenta dois problemas que aparecem com frequência no tape. Primeiro, tem um hábito muito ruim de tacklear com os pads altos, facilitando que o adversário quebre o tackle. Segundo, apresenta um processamento mental falho em muitas ocasiões, fazendo diagnósticos errados da jogada. É facilmente enganado por fakes, misdirections e playactions. Esse segundo defeito nem sempre foi um problema para White no college, pois compensou com seu atleticismo na maioria das vezes, mas pode cobrar um preço maior na NFL.

John Elway é conhecido por não dar muita atenção para ILB nos primeiros dias do Draft, o que traz desconfiança sobre a real chance de ter interesse em White. É possível que Fangio, um linebackers coach que valoriza a posição em sua defesa, possa mudar esse pensamento. De qualquer forma, a posição de ILB é uma das que mais precisam ser reforçadas no atual elenco dos Broncos e Devin White teria grandes chances de ser titular na semana 1. Alguns times à nossa frente, como Tampa Bay, podem estar interessados nele, tornando incerto sua disponibilidade na pick 10. Mesmo assim, não seria inimaginável ter White disponível para os Broncos e seria um jogador que certamente contribuiria desde o primeiro dia em Denver.

Principais prospectos para os dias 2 e 3:

  • Clelin Ferrell, defensive end, Clemson – 195 cm, 119 kg.
  • Montez Sweat, defensive end, Mississippi State, 201 cm, 117 kg.
  • Jachai Polite, linebacker, Florida – 188cm, 117kg.
  • Oshane Ximines, defensive end, Old Dominon – 192 cm, 114 kg.
  • Dexter Lawrence, defensive tackle, Clemson – 195 cm, 155 kg.
  • Devin Bush, linebacker, Michigan – 180 cm, 106 kg.
  • Jerry Tillery, defenive tackle, Notre Dame – 201 cm, 131 kg.
  • Dre’Mont Jones, defensive tackle, Ohio State – 192 cm, 127 kg.
  • Chase Winovich, defensive end, Michigan – 192 cm, 116 kg.
  • Zach Allen, defensive end, Boston College, 195 cm, 127 kg.
  • Ben Banogu, defensive end, TCU – 192 cm, 113 kg.
  • Tevon Coney, linebacker, Notre Dame – 185 cm, 106 kg.
  • Blake Cashman, linebacker, Minnesota – 185 cm, 107 kg.
  • Carl Granderson, defensive end, Louisiana Tech – 198 cm, 115 kg.
  • Ben Burr-Kirven, linebacker, Washington – 182 cm, 104 kg.
  • Justin Hollins, defensive end, Oregon – 198 cm, 112 kg.

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